Seguidores

sábado, 10 de setembro de 2016

♥ 60ª semente: vem da Maria Luiza... ♥


Encontre sua grandeza porque Deus no ato de criarmos
 nos fez grandes, vitoriosos, vencedores!

Somos obras perfeitas que Ele determinou
 para prosseguirmos e não perder essa essência.

Somos pessoas gloriosas, vindas desse amor misericordioso
 ao sermos selecionadas por Ele para viver.

Há uma grandeza magistral em mim, em você!

Busquemos para a glória do Senhor, 
amém!!!
Paz!

Com essa semente que trago lá da Maria Luiza, cheia de PAZ e com essa linda mensagem, deixamos esse nosso canteiro repousar... 

Chegamos ao número de 60 sementes.

Agora, ficarão germinando até um novo ciclo recomeçar!

beijos, obrigadão a todos! 

chica

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

♥ 59ª ª semente: vem da Maria Rodrigues... ♥


Senhor, fazei com que eu aceite
minha pobreza tal como sempre foi.

Que não sinta o que não tenho.
Não lamente o que podia ter
e se perdeu por caminhos errados
e nunca mais voltou.

Dai, Senhor, que minha humildade
seja como a chuva desejada
caindo mansa,
longa noite escura,
numa terra sedenta
e num telhado velho.

Que eu possa agradecer a Vós,
minha cama estreita,
minhas coisinhas pobres,
minha casa de chão,
pedras e tábuas remontadas.
E ter sempre um feixe de lenha
debaixo do meu fogão de taipa,
e acender, eu mesma,
o fogo alegre da minha casa
na manhã de um novo dia que começa.


Cora Coralina

* Essa semente trouxe lá do blog da Maria Rodrigues


E dia 10, com a semente nº 60, teremos a última  por aqui...
De quem será???
Não que faltem sementes.
Elas estão  em grande quantidade, mas esse blog cumpriu já sua razão de ser!
INTÉ!

chica

domingo, 4 de setembro de 2016

♥ 58ª ª semente: vem da Beatriz ... ♥

Essa semente encontrei lá na Beatriz...


Há muito tempo atrás,
Quando as mulheres eram aves,
Havia a compreensão
Que cantar ao amanhecer
E cantar ao anoitecer
Era curar o mundo através da alegria.
As aves ainda se lembram daquilo que nós esquecemos,
Que o mundo existe para ser celebrado.

(Terry Tempest Williams)

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

♥ 57 ª semente: vem da Flor de Jasmim... ♥

A amoreira altiva serena raízes fincadas no tempo prenhe de doçuras vermelhas balança os longos braços acenando ao sol que cochila no poente. Descalça a brisa pisa na terra úmida e chega perto como fazer um blog de um sapo luzidio que olha fixamente o nada. Agregada ao cenário da tarde permaneço imóvel por longos momentos enquanto me enrosco toda no cipoal dos pensamentos... Shirley Brunelli Crestana

Caminhando por aí
olho, admiro e sinto.

O sentido da vida 
está na importância das coisas simples.



A amoreira altiva serena raízes fincadas no tempo prenhe de doçuras vermelhas balança os longos braços acenando ao sol que cochila no poente. Descalça a brisa pisa na terra úmida e chega perto como fazer um blog de um sapo luzidio que olha fixamente o nada. Agregada ao cenário da tarde permaneço imóvel por longos momentos enquanto me enrosco toda no cipoal dos pensamentos... Shirley Brunelli Crestana
A amoreira altiva serena raízes fincadas no tempo prenhe de doçuras vermelhas balança os longos braços acenando ao sol que cochila no poente. Descalça a brisa pisa na terra úmida e chega perto como fazer um blog de um sapo luzidio que olha fixamente o nada. Agregada ao cenário da tarde permaneço imóvel por longos momentos enquanto me enrosco toda no cipoal dos pensamentos... Shirley Brunelli Crestana
A amoreira altiva serena raízes fincadas no tempo prenhe de doçuras vermelhas balança os longos braços acenando ao sol que cochila no poente. Descalça a brisa pisa na terra úmida e chega perto como fazer um blog de um sapo luzidio que olha fixamente o nada. Agregada ao cenário da tarde permaneço imóvel por longos momentos enquanto me enrosco toda no cipoal dos pensamentos... Shirley Brunelli Crestana
A amoreira altiva serena raízes fincadas no tempo prenhe de doçuras vermelhas balança os longos braços acenando ao sol que cochila no poente. Descalça a brisa pisa na terra úmida e chega perto como fazer um blog de um sapo luzidio que olha fixamente o nada. Agregada ao cenário da tarde permaneço imóvel por longos momentos enquanto me enrosco toda no cipoal dos pensamentos... Shirley Brunelli Crestana
A amoreira altiva serena raízes fincadas no tempo prenhe de doçuras vermelhas balança os longos braços acenando ao sol que cochila no poente. Descalça a brisa pisa na terra úmida e chega perto como fazer um blog de um sapo luzidio que olha fixamente o nada. Agregada ao cenário da tarde permaneço imóvel por longos momentos enquanto me enrosco toda no cipoal dos pensamentos... Shirley Brunelli Crestana